Biologia da Paisagem

Cocos nucifera – côco da bahia
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Palmeira da praia, extremamente comum no litoral brasileiro, principalmente nas belíssima e paradisíacas praias nordestinas, em que formam verdadeiros bosques naturais. Fornecem a água de côco que todos gostamos tanto e, ainda, têm potencial para compor belos cenários paisagísticos.
Caryota urens – palmeira rabo de peixe
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Palmeira de estipe solitário, robusto e altaneiro, marcado por aneis brilhantes provocados pelo desprendimento das folhas velhas. Um dos destaques da planta, além da copa robusta e das inflorescências grandes, são seus folíolos em formato de barbatana de peixe. É tropical e plenamente adaptada para diversas áreas do país.
Caryota mitis – palmeira rabo de peixe
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Planta muito semelhante à outra palmeira rabo-de-peixe do mesmo gênero (Caryota urens), com a diferença que é mais baixa, de até 6m de altura e entouceirada, devido aos múltiplos estipes que se aglomeram ao longo do ciclo de vida da planta. Também tem folhas em formato de barbatana de peixe, bastante interessantes e ornamentais.
Butia capitata – butiá
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Palmeira endêmica do Cerrado brasileiro, de até 6m de altura, com estipe solitário e robusto, cheio de cicatrizes de suas folhas pinadas e elegantemente arqueadas. As inflorescências são brancas, interfoliares, ramificadas e pendulares e os frutos amarelo-claros quando maduros. Ideais para jardins pequenos.
Bismarckia nobilis – palmeira-azul
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Uma das plantas mais utilizadas no paisagismo convencional, de silhueta e tonalidade das folhas incrivelmente estéticas, do azul ao verde-prateado, de alto preço de mercado devido ao crescimento lento e alta procura. Normalmente está associada a entrada de locais sofisticados e trazem a ideia de opulência e grandeza.
Areca vestiaria – areca dourada
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Palmeira nativa de ambientes sombreados das florestas da Ásia, de até 5 m de altura, formada por folhas de pinas largas, frutos e palmito alaranjados e inflorescências amarelas. Tem alto valor de mercado.
Archontophoenix cunninghamii – palmeira seafórtia
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Palmeira australiana, de porte gracioso, estipe solitário, anelado e esbelto, folhas verdes, formadas por pinas bem penteadas, de aspecto plano e elegantemente arqueado, palmito espesso, inflorescências brancas a púrpuras e frutos vermelhos, formados abaixo do palmito. Utilizadas como alamedas ou conjuntos isolados.
Acrocomia aculeata – bocaiúva
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Espécie típica de áreas de vegetação aberta do Brasil, nos domínios do Cerrado, Mata Atlântica e Amazônia, de estipe solitário recoberto por restos de bainha e espinhos escuros e agressivos. As folhas são pinadas, de aspecto crespo e também espinhentas, as inflorescências são amarelas e os frutos, globosos e castanhos quando maduros.
Platycerium bifurcatum – chifre de veado
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Epífita nativa da Austrália, Nova Guiné, Nova Caledônia e Ilha Sunda, comum sob copa de árvores, pedras e muros ou suspensas em vasos, onde o sol não incide diretamente. Tem folhas arredondadas ou lobadas, que justificam seu nome popular, com muitos esporos amarronzados em sua face abaxial. Comum nas entradas dos lares.

Tópicos para pesquisa

Quase todas as imagens e descrições aqui presentes são autorais, feitas a partir de estudos e experiências práticas em campo, fruto de uma constante observação da natureza em deslocamentos formais, pedaladas e viagens, além da consulta a diversas bibliografias (explicitadas abaixo). Ou seja, é um conteúdo extraído da realidade, que agrega credibilidade e confiança. Por meio das plantas presentes na cidade de Belo Horizonte, conheça mais sobre a biodiversidade brasileira e de outros países e tenha mais elementos para interpretar melhor o ambiente a sua volta e planejar, construir e gerir sua área verde!

Literatura

Além de pesquisas primárias, baseadas na confluência de conhecimentos adquiridos em teoria e na prática de campo (amplamente registrada por fotos e vídeos neste projeto), as informações aqui geradas têm as seguintes referências (quando há alguma fonte alternativa a estas, ficam explicitadas no próprio artigo):