Origem: Brasil, entre parte do NE, região SE, PR, Goiás e Tocantins;
Família: Melastomataceae, a mesma das quaresmeiras;
Ecologia: espécie terrícola, endêmica do Brasil, típica de formações campestres (campos rupestres) ou savânicas dos domínios do Cerrado e da Mata Atlântica, em áreas abertas. Apresenta padrão de dispersão abiótica, ou seja, sem a participação de animais, com ocorrência confirmada no Parque Estadual do Ibitipoca, em Minas Gerais:
Detalhe das flores amarelas e vermelhas da flor-de-fogo.
Pequeno indivíduo de flor-de-fogo presente em área aberta do Parque Estadual do Ibitipoca, em Minas Gerais.
Porte: erva ou subarbusto de baixo porte;
Folhagem: folhas verdes, pequenas, elípticas a lanceoladas, predominantemente lisa, sustentadas por pecíolos curtos;
Floração: flores muito ornamentais e chamativas, amarelas (inclusive seus 10 estames), com a metade apical das pétalas vermelhas ou alaranjadas. No Parque Estadual do Ibitipoca, surgiram durante o mês de fevereiro (verão);
Uso paisagístico: apesar de não apresentar relevância para o mercado do paisagismo, sua floração é muito ornamental, o que credencia a espécie na formação de maciços isolados em espaços abertos, especialmente entre pedras. É uma excelente opção para jardins temáticos dos campos rupestres.
