Origem: México (norte) e EUA (Texas);
Família: Cactaceae;
Ecologia: cacto de crescimento muito lento (cerca de 1 cm de diâmetro por ano!), encontrado quase todo enterrado em regiões de clima muito seco ou desértico. Seu nome popular - dólar de areia – remete a esta característica, uma vez que, frequentemente, apenas uma camada verde é vista do solo;
Porte: subarbusto suculento, globoso, achatado, solitário e não ramificado, de até 6 cm de altura, com superfície lisa e sem espinhos. Apresenta aréolas ou tufos de pelos finos, brancos a cremes, nos vértices;
Folhagem: folhas ausentes. A função fotossintética fica a cargo da clorofila presente na epiderme verde-escura de seu corpo, na parte exposta e não enterrada. A baixíssima concentração do pigmento explica o fato de a espécie crescer tão pouco;
Floração: flores amarelas com o centro vermelho, solitárias;
Cuidados: alta luminosidade, substrato de excelente drenagem (até pelo nome popular da espécie) e regas esporádicas, mais frequentes entre a primavera e o verão. Não deve ser regada no inverno;
Reprodução: sementes (germinam facilmente);
Uso paisagístico: devido às exigências particulares desse tipo de planta, seu cultivo deve ser isolado, em vaso exclusivo, de forma a melhorar o controle das condições ambientais e de solo. Este vasinho pode ser colocado em diversos ambientes, desde que sejam claros e protegidos da chuva e do sol direto.
Epiderme verde-escura e tufos de pelo do cacto dólar-de-areia.
Corpo esférico a chatado do cacto dólar-de-areia. 20/10/2026