Origem: Brasil (Minas Gerais);
Família: Velloziaceae;
Ecologia: espécie nativa (endêmica) dos campos rupestres do estado de Minas Gerais, especialmente no domínio do Cerrado, portanto adaptado a condições úmidas e chuvosas entre a primavera e o verão e tempo mais firme entre abril e setembro, com recorrente estresse hídrico e noites frias. Apesar de já compor uma fisionomia do domínio da Mata Atlântica, a espécie foi encontrada nos campos de cima do Parque Estadual do Ibitipoca, na zona da Mata de Minas Gerais;
Porte: subarbusto de porte modesto, inferior a 1 m de altura e pouca biomassa, porém sustentado por tronco espesso;
Folhagem: folhas verde-escuras, lanceoladas, coriáceas, de ápice atenuado;
Floração: flores grandes, em tons entre o roxo e o azul, formadas durante o verão no Parque Estadual do Ibitipoca, em Minas Gerais: