Origem: Somália (chifre africano);
Família: Commelinaceae;
Ecologia: espécie tropical, terrícola, suculenta, típica de ambientes ensolarados de regiões secas, áridas ou mesmo desérticas, cuja precipitação anual é de menos de 250 mm de chuva (valor inferior à cidade mais seca do Brasil). Tem crescimento moderado a relativamente lento e se alastra horizontalmente, de forma que pode preencher (como uma forração) pequenos espaços. Em Belo Horizonte, sobre solo bem drenado, convive bem com ambientes mais sombreados e com regas ou chuvas frequentes e abundantes, o que mostra elevada plasticidade às condições de umidade;
Porte: herbácea de porte baixo, em geral abaixo de 10 cm de altura;
Folhagem: folhas verdes, lanceoladas com ápice agudo (em formato de lança), com tons avermelhados na face abaxial em caso de alta exposição solar, abundantes, coriáceas, firmes e muito pilosas:
Cuidados: por tratar-se de uma planta típica de clima muito seco, deve-se reforçar a aeração do solo, de forma que as chuvas brasileiras não se tornem um impeditivo ao sucesso da espécie;
Uso paisagístico: planta ideal para compor forrações em vasos, jardineiras e mini-jardins em geral, além de canteiros pequenos. Seu crescimento lento dificulta o uso em áreas maiores:
Relva-crespa em vaso cultivado na cidade de Belo Horizonte sob sol pleno, de forma que tons mais rubros surgem na face abaxial da folha. 15/08/2021
Vaso com relva-crespa cultivado na cidade de Belo Horizonte sob sol pleno - repare nos tons avermelhados das folhas. 17/08/2021
Relva-crespa cobrindo completamente um vaso. 13/06/2025