Biologia da Paisagem

“Do Senhor é a terra e tudo o que nela existe.” Salmos 24:1

Corpo do cacto-ruivo.

Coleocephalocereus pluricostatus – cacto ruivo

Espécie em perigo de extinção
Conforme lista vermelha da IUCN.

Outro nome popular:  gogoia-da-rocha;


Origem: Brasil, nos estados de Minas Gerais e Espírito Santo; 


Família: Cactaceae; 


Ecologia: espécie tropical, suculenta, rupícola, endêmica do Brasil e exclusiva dos campos rupestres do domínio da Mata Atlântica. Portanto, só ocorre no alto das montanhas entre florestas no entorno. Foi encontrada nas catedrais do Parque Estadual dos Sete Salões, junto de grandes afloramentos rochosos, em área aberta, ensolarada e de solo raso; 


Porte: arbusto ou subarbusto ereto, de cerca de 1 m de alutra, formado por caule cilíndrico e solitário, que pode se ramificar na base. Apresenta densa pilosidade vermelho-alaranjada em parte de seu ápice, como uma juba de leão, motivo de seu nome popular:

Corpo do cacto-ruivo.

Corpo do cacto-ruivo, com sua típica "franja" ocrácea. 30/08/2026

Cacto-ruivo.

Cacto-ruivo junto de enormes formações rochosas das catedrais do Parque Estadual Sete Salões - Conselheiro Pena - MG. 30/08/2026

Folhagem: folhas ausentes, substituídas por espinhos numerosos; 


Floração: inflorescências em cefálios ferrugíneos e extremidades brancas; 


Uso paisagístico: esta espécie não deve ser usada para finalidades paisagísticas, uma vez que isso pode incentivar a coleta e o comércio ilegal. Porém, projetos de uso dela em jardins temáticos promovidos por prefeituras, por exemplo, no entorno de sua área de ocorrência, pode ser interessante para manter uma população ex-situ. 

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