Outros nomes populares: cafezinho, caporoquinha;
Origem: Brasil, especialmente em estados do Sul, Sudeste, Centro-oeste e Nordeste (leste). Ocorre, também, em outros países da América do sul, além da América Central e do México;
Família: Myrsinaceae;
Ecologia: espécie subtropical a tropical, nativa de formações savânicas a, principalmente, florestais dentro dos domínios do Cerrado, da Mata Atlântica e dos Pampas, inclusive em restingas, cerradões e matas ciliares. Em Minas Gerais, foi encontrada em área savânica do Parque Natural Municipal do Tabuleiro;
Porte: árvore de 6 a 12 m de altura, sustentada por tronco revestido por casca áspera cinzenta;
Folhagem: folhas verdes, mais ou menos elípticas, simples, alternas, cartáceas e glabras, exceto nos pecíolos, onde há pilosidade ferrugínea;
Folhas da capororoca, com a cachoeira do tabuleiro ao fundo (Parque Natural Municipal do Intendente). 23/09/2025
Floração: inflorescências formadas por flores pequenas, esverdeadas e discretas, sem relevância ornamental;
Frutificação: drupoides pequenos, globosos, indeiscentes, carnosos porém com polpa escassa, verdes com manchas escuras, avermelhados ou negros quando maduros (primavera), eventualmente com sépalas persistentes. Cada um contém um caroço (semente) arredondado, esverdeado, de superfície lisa e rígida, quase do mesmo tamanho do próprio fruto. Atraem aves como o sabiá-do-campo, o siriri, as tesouras, as guaracavas, os sabiás, as saíras, as tangaras, os tiês, os periquitos, as maitacas, os pica-paus e as gralhas, além de prestarem como tempero:
Folhas e frutos da capororoca, observados durante o começo da primavera no Parque Natural Municipal do Intendente. 23/09/2025

