Origem: Brasil, nos estados do Sudeste (exceto proximidades do litoral), Centro-oeste, Nordeste (exceto leste) e Norte (Pará, Tocantins e Rondônia);
Família: Asteraceae, a mesma das candeias, das vassouras, dos assa-peixes, das margaridas-do-campo, entre diversas outras espécies;
Ecologia: espécie terrícola, tropical, endêmica do Brasil e nativa de formações campestres a savânicas nos domínios do Cerrado e da transição deste para a Amazônia, inclusive os campos rupestres. Em Minas Gerais, foi encontrada em área aberta e iluminada do Parque Estadual do Rio Preto (PERP) - São Gonçalo do Rio Preto:
Pseudobrickellia brasiliensis em área de cerrado do Parque Estadual do Rio Preto, em São Gonçalo do Rio Preto (MG). 17/08/2024
Porte: subarbusto ramificado, de pouco mais de 1 m de altura (conforme indivíduo encontrado para este artigo);
Folhagem: folhas verdes, simples, lineares e muito numerosas;
Floração: inflorescências axilares e terminais, em capítulos alaranjados a marrons observados durante o final do inverno no PERP;
Frutificação: frutos secos, leves, facilmente levados pelo vento:
Folhas e inflorescências da Pseudobrickellia brasiliensis, observadas durante o final do inverno no Parque Estadual do Rio Preto - MG. 17/08/2024
Detalhe das inflorescências da Pseudobrickellia brasiliensis. 17/08/2024