Biologia da Paisagem

Mentha pulegium – poejo das hortas

Outros nomes populares: poejinho, poejo-real, poejo-do-rei, erva-de-são-lourenço, hortelã-miúda, menta-miúda, menta-selvagem, vique;

Origem: Europa, Ásia e Península arábica;


Família: Lamiaceae;


Ecologia: espécie perene, muito aromática, nativa de regiões de clima temperado, onde há estações do ano muito bem definidas, desde o frio invernal ao calor do verão. Apesar disso, cresce saudável em Belo Horizonte, cidade de clima tropical suavizado pela altitude de cerca de 900 m acima do nível do mar.


Há evidências de que atua no tratamento de desordens digestivas, gota, resfriados e no aumento da micção. Em doses elevadas, seu óleo essencial pode incentivar o aborto e o aparecimento de problemas no fígado. Apresenta indicações aromaterapêuticas, no tratamento de afecções da pele. O uso da espécie é por meio de infuso das plantas colhidas durante a floração;


Porte: erva prostrada de porte baixíssimo (até 10 cm de altura), porém que se espalha horizontalmente para maiores distâncias;


Folhagem: folhas diminutas, verdes, muito aromáticas, de margens inteiras. Seu limbo apresenta pontuações translúcidas, como ocorre com as espécies do gênero Citrus sp.;


Floração: inflorescências em fascículos reunidos nas axilas das folhas, formados por flores violeta;


Uso paisagístico: No Brasil, seu plantio é indicado em pequenos canteiros controlados e vasos, especialmente mantidos a meia-sombra, uma vez que o clima tropical é por demais quente e abafado para a planta. É uma excelente opção para jardins sensoriais, devido ao intenso aroma de suas folhas.

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