Origem: Brasil, nos estados de Minas Gerais, Bahia, Goiás e Tocantins;
Família: Asteraceae;
Ecologia: espécie tropical, endêmica do Brasil, nativa de campos rupestres presentes nos domínios do Cerrado e da Caatinga, conforme diz a literatura científica. O autor deste artigo, no entanto, encontrou a espécie no Parque Estadual dos Sete Salões, no extremo leste de Minas Gerais, portanto dentro do domínio da Mata Atlântica, em área elevada, aberta, ventosa e ensolarada:
Pinheirinho-rupestre presente em área elevada e rochosa do Parque Estadual Sete Salões, no caminho para a caverna de sete salões - Resplendor - MG. 29/08/2026
Porte: arbusto ou arvoreta sustentada por ramos cilíndricos brancacentos;
Folhagem: folhas verdes, lanceoladas (quase lineares), muito abundantes nos ramos, especialmente em sua porção mais apical. São semelhantes à folhagem de alguns ciprestes:
Tronco do pinheirinho-rupestre. 29/08/2026
Folhagem e inflorescências do pinheirinho-rupestre, observadas durante a transição do inverno para a primavera no Parque Estadual Sete Salçoes (MG). 29/08/2026
Floração: inflorescências apicais, formadas por numerosos capítulos amarelos, de importância ornamental secundária, especialmente devido ao contraste que forma com a folhagem:
Inflorescências verde-amareladas do pinheirinho-rupestre. 29/08/2026
Frutificação: cipselas;
Uso paisagístico: espécie sem tradição paisagística, porém de grande potencial por seu porte e formato da folhagem, que lembra um cipreste. Pode ser plantada em áreas abertas e ensolaradas, isoladamente ou em grupos, especialmente entre rochas e na direção do vento, uma vez que o balançar de seus ramos é bastante estético e atraente.
