Origem: Brasil;
Família: Fabaceae (Caesapinioideae);
Ecologia: espécie perene, típica de áreas ensolaradas de amplas regiões das Américas, desde o México até a Argentina, passando por todo o Brasil, especialmente onde as geadas são mais raras, fracas ou ausentes. Tolera encharcamento;
Porte: arvoreta, arbusto lenhoso ou menos frequentemente liana, ereta, porém de ramagem recurvada e ramificada, que atinge 2 a 4m de altura;
Folhagem: folhas perenes, verdes, compostas pinadas, de folíolos ovais e marcados pela nervação;
Floração: inflorescências em racemos amarelos, terminais ou laterais, formadas por flores abertas com estames recurvados em forma de foice, entre o verão e o outono;
Folhas e flores da aleluia, observadas durante o outono. 28/05/2023
Frutificação: vagens cilíndricas e pêndulas, com mucilagem nas sementes, que são atrativas para pássaros;
Uso paisagístico: espécie bastante útil ao paisagismo, indicada como arbusto isolado ou em conjuntos isolados, tanto combinada com outros arbustos ou no meio de gramados ou outra forração ampla, quanto junto a tanques e represas e na arborização urbana. Seu aspecto pendente pode ser explorado em patamares, cercas e grades.
Aleluia presente no paisagismo do Parque da Serra do Curral, em BH. 17/04/2022
Aleluia presente em canteiro junto da av. Clóvis Salgado - BH. 28/05/2023


