Outros nomes populares: coquinho azedo, butiá-azedo, butiá-vinagre, cabeçudo e guariroba-do-campo;
Origem: Brasil;
Família: Arecaceae;
Ecologia: espécie pertencente a um gênero de palmeiras bem brasileiro, endêmica do Cerrado. É semelhante à palmeirinha-do-cerrado (Syagrus glaucescens);
Porte: pequeno a médio, com até 6m de altura, formado por folhagem elegantemente arqueada sustentada por estipe solitário e robusto, marcado por textura oriunda das cicatrizes do desprendimento das folhas velhas;
Detalhe do porte baixo e da silhueta muito ornamental do coquinho-azedo. 17/09/2021
Detalhe do belo tronco texturizado do coquinho-azedo. 10/10/2021
Folhagem: folhas pinadas, formadas por pinas rígidas e estreitas, verde-acinzentadas, presas a pecíolo bastante arqueado. Essa é a característica mais importante para diagnosticar a espécie;
Floração: Inflorescências interfoliares, pendulares e ramificadas na cor esbranquiçada;
Frutificação: frutos pequenos, amarelo-claros quando maduros;
Uso paisagístico: palmeira bastante utilizada nos jardins brasileiros, isolada ou formando conjuntos. Pelo porte menor, não é ideal para formar alamedas e cabe em áreas verdes menores, onde tem elevado potencial ornamental e de uso em diversos contextos paisagísticos. Em Belo Horizonte, é comum ser encontrada na frente das casas, onde não interfere na fiação elétrica:
Butiás juvenis em paisagismo residencial na av Torino, em BH. 19/07/2021
Butiá e suas folhas curvas. Detalhe para as samambaias no tronco dele. 05/01/2022
Coquinho-azedo isolado na Alameda do Ipê Branco (São Luís - BH). 07/01/2023