Outros nomes populares: cumbaru, camaru, barujo, coco-feijão, emburena-brava, pau-camaru;
Origem: Brasil, nos estados de Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e São Paulo;
Família: Fabaceae;
Ecologia: espécie tropcial, perenifólia, heliófita, nativa de formações savânicas a florestais dentro do domínio do Cerrado, especialmente em terrenos secos. Apresenta madeira de ótima qualidade, útil para diversos empreendimentos;
Porte: árvore de até 25 m de altura, sustentada por troncos de até 70 cm de diâmetro, revestido por casca pardacenta. Apresenta copa arredondada, densa e majestosa, fornecedora de ótimo sombreamento;
Folhagem: folhas verdes, compostas pinadas, de raque e pecíolo alados, formadas por 6 a 12 folíolos glabros de margens onduladas;
Floração: inflorescências em panículas apicais brancas a creme, formadas entre a primavera e meados do verão;
Detalhe dos frutos do baru. 09/10/2026
Muitos frutos do baru, coletados em setembro. 09/10/2026
Frutificação: legume lenhoso, pardo, de polpa aromática bastante consumida pelo gado e diversos táxons de animais silvestres, responsáveis pela dispersão de suas sementes (amêndoas) elípticas, escuras, comestíveis e nutritivas. Amadurecem no começo da primavera;
Uso paisagístico: espécie adequada para o paisagismo em geral, especialmente em locais espaçosos.