Biologia da Paisagem

Folhas e flores da perpétua-branca.

Gomphrena celosioides – perpétua branca

Origem: Brasil, em vários estados, principalmente do centro-sul do país. É menos comum no Norte e no Nordeste; 


Família: Amaranthaceae; 


Ecologia: espécie subtropical a tropical, terrícola, nativa de formações campestres a savânicas dentro de todos os domínios de vegetação do Brasil (Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica, Pampa e Pantanal), inclusive áreas antrópicas e restingas. Em Belo Horizonte, foi encontrada de forma subespontânea, em grande quantidade, em área gramada altamente iluminada do Parque Ecológico da Pampulha:

Maciço de perpétuas-brancas.

Maciço de perpétuas-brancas floridas. 21/02/2026

Maciços de perpétuas-branca.

Maciços de perpétuas-branca floridas durante o verão presentes no gramado do Parque Ecológico da Pampulha - Belo Horizonte (MG). 21/02/2026

Porte: erva ou subarbusto de porte muito baixo (até 25 cm de altura), sustentada por caule muito curto e normalmente decumbente; 


Folhagem: folhas verdes com margens avermelhadas, simples, opostas, membranáceas, indumentada em pelo menos uma das faces, ovais a elípticas, de até 6 cm de comprimento; 


Floração: inflorescências em espigas curtas, quase globosas - como se fosse um capítulo - brancas e sustentadas por pedúnculos longos; 


Uso paisagístico: a perpétua-branca não apresenta reputação paisagística, porém tem potencial de revestir áreas abertas e ensolaradas, de forma espontânea ou não, como forração para pequenos espaços. 

Inflorescência da perpétua-branca.

Detalhe da inflorescência da perpétua-branca. 21/02/2026

Folhas e flores da perpétua-branca.

Folhas e flores da perpétua-branca, com o gramado do Parque Ecológico da Pampulha (BH) ao fundo. 21/02/2026

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