Biologia da Paisagem

“Do Senhor é a terra e tudo o que nela existe.” Salmos 24:1

Aspidosperma macrocarpon – guatambú do cerrado

Outros nomes populares: peroba-cetim, pau-pereira, muirajuçara;


Origem: Brasil, especialmente os estados centrais, o que inclui todo o centro-oeste e as áreas próximas nas outras regiões, como o estado de Minas Gerais, norte de SP, Bahia e Pará;


Família: Apocynaceae;


Ecologia: espécie melífera, heliófita, decídua, xerófita, lactescente, típica de terrenos secos de formações savânicas dentro do domínio do cerrado. Também pode ser encontrada em áreas mais florestais, como os cerradões;


Porte: árvore ou arvoreta de 3 a 18 m de altura e até 35 cm de diâmetro de tronco, que é bastante fissurado;


Folhagem: folhas verde- claras, prateadas a ligeiramente amareladas, grandes, congestas, concentradas no ápice dos ramos, largas, elípticas a arredondadas, subcoriáceas, denso-tormentosas na face superior e mais esparsos na face inferior;


Floração: flores pequenas, brancas a acastanhadas, formadas na primavera;


Frutificação: folículo seco, grande, achatado, lenhoso, meio enrugado, com poucas sementes aladas e membranáceas dentro, facilmente carregadas pelo vento;


Uso paisagístico: espécie adequada para o plantio em geral, seja em praças, parques, canteiros, avenidas e ruas, com o bônus de prestar-se para espaços menores. É uma excelente opção para o paisagismo inspirado no bioma do Cerrado. Além do plantio para ornamentação, deve ser levada em conta em reflorestamentos de áreas degradadas.

Deixe um comentário