Outros nomes populares: cardeal, corda-de-viola, corriola, esqueleto e primavera;
Origem: Brasil, em quase todos os estados;
Família: Convolvulaceae;
Ecologia: espécie tropical a subtropical, terrícola, volúvel, nativa e amplamente distribuída em formações campestres, savânicas e florestais mais abertas dentro de todos os domínios de vegetação do Brasil (Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica, Pampa), exceto o Pantanal, inclusive em campos rupestres, restingas e áreas antrópicas. Em Belo Horizonte, foi encontrada junto de arborização urbana na rua Izabel Bueno – Santa Rosa;
Porte: liana ou trepadeira muito delgada, que ocupa pouco espaço;
Folhagem: folhas verde-escuras, glabras, compostas, formadas por folíolos muito finos e delgaados que lembram as escamas de um peixe, característica que justifica alguns de seus nomes populares;
Floração: inflorescências em cimeiras simples formadas por flores pentâmeras vermelhas de até 5 cm de comprimento, em formato de tudo que termina em estrela. Em Belo Horizonte, foram observadas durante o mês de março (verão):
Folhagem e flores do esqueletinho-de-jardim. 15/03/2026
Detalhe das folhas e flores do esqueletinho-de-jardim, observados durante o verão, em BH. 15/03/2026
Uso paisagístico: espécie adequada para o plantio isolado ou agrupado em ambientes abertos de forma a cobrir estruturas pequenas de cercas, grades, postes, hastes, treliças e demais estrutura onde pode enrolar-se, como um tronco de árvore - como é o caso do esqueletinho-de-jardim enrolado sobre tronco de árvore na rua Izabel Bueno - BH, em imagem adiante. O contraste entre o verde-escuro de suas folhas e o vermelho intenso das flores pode ser bem interessante, além de o próprio formato da bainha foliar já chamar a atenção por si só.
Esqueletinho-de-jardim enrolado sobre tronco de árvore na rua Izabel Bueno - BH. 15/03/2026