Outro nome popular: rosa-branca;
Origem: Brasil, entre a Bahia e Santa Catarina;
Família: Meliaceae;
Ecologia: espécie tropical, perenifólia, nativa de ambientes parcialmente sombreados e úmidos de formações florestais densas, primárias ou secundárias, ou semidecíduas, além de planícies aluviais e encostas úmidas, dentro dos domínios do Cerrado e, principalmente, da Mata Atlântica. Na Região Metropolitana de Belo Horizonte, foi encontrada em borda de floresta na APA Parque Cataguás - Contagem (MG);
Catiguá-branco em borda de floresta na APA Parque Cataguás - Contagem (MG). 05/01/2026
Porte: árvore de até 10 m de altura, dotada de copa piramidal e sustentada por troncos de até 40 cm de diâmetro;
Folhagem: folhas verdes, compostas imparipinadas, de até 20 cm de comprimento e até 7 folíolos opostos ou alternos, cartáceos, glabros, de nervuras bem visíveis, os apicais maiores que os basais;
Floração: inflorescências muito discretas, em panículas axilares esbranquiçadas de até 4 cm de comprimento, formadas nas estações de transição: entre o fim do inverno e o começo da primavera e, principalmente, entre o fim do verão e parte do outono;
Frutificação: cápsulas elípticas a fusiformes, pubescentes, amareladas a rosadas, formadas por 3 valvas, que encerram uma única semente preta cada, dotada de arilo vermelho, conjunto que atrai a avifauna. Ocorrem entre a primavera e o verão;
Folhas e frutos do catiguá-branco, observados durante o verão da APA Parque Cataguás - Contagem (MG). 05/01/2026
Detalhe da infrutescência do catiguá-branco. 05/01/2026
Uso paisagístico: espécie adequada para a arborização em geral, inclusive urbana, além de trabalhos de recuperação de áreas degradadas.