Origem: Brasil, nos estados do leste, entre o RS e a Bahia;
Família: Myrsinaceae;
Ecologia: espécie subtropical a tropical, nativa de formações savânicas e, principalmente, florestais dentro dos domínios do Cerrado e da Mata Atlântica, especialmente as matas de galeria. Em Belo Horizonte, foi encontrada em área acidentada da Serra do Curral, a mais de 1200 m de altitude;
Porte: árvore de até 8 m de altura, sustentada por troncos de casca áspera cinzenta;
Capororoca em área acidentada, a masi de 1200 m de altitude na Serra do Curral - BH. 26/09/2025
Folhagem: folhas verdes, discolores (ligeiramente amareladas na face abaxial), simples, alternas, coriáceas e glabras, de margens onduladas e sustentadas por pecíolos amarelos. Apresentam nervura central espessa, amarelada e bem evidente e as demais muito discretas;
Floração: inflorescências formadas por flores pequenas e discretas na cor creme, sem relevância ornamental;
Frutificação: drupoides numerosos ao longo dos ramos, globosos, diminutos, pretos quando maduros (primavera), comestíveis, carnosos, porém de polpa escassa, e indeiscentes, observados durante o começo da primavera em BH. Atraem diversas aves, como tesouras, sabiás, saíras, araçaris, periquitos, maitacas, pica-paus, gralhas e trinca-ferros. Em cada um, há um caroço arredondado, liso e esbranquiçado (semente);



