Outro nome popular: cássia-dourada;
Origem: Brasil, entre o leste da região Sudeste e o leste do estado da Bahia;
Família: Fabaceae;
Ecologia: espécie terrícola, tropical, intolerante a geadas, nativa de formações florestais dentro do domínio da Mata atlântica. Apresenta área de ocorrência restrita, porém ampliada atualmente no contexto do paisagismo;
Porte: arbusto ou arvoreta lenhosa, ereta, ramificada, de até 3 m de altura, formada por ramos delgados e pendentes;
Folhagem: folhas verdes, compostas pinadas por folíolos diminutos que perfazem pina de apenas 5 cm de comprimento;
Floração: inflorescências axilares, cada uma formada por apenas 2 a 3 flores amarelas, porém estes conjuntos dispõem-se ao longo de todo o comprimento dos ramos. Os agrupamentos são de poucas flores, mas a planta como um todo apresenta flores abundantes, de forma que o florescimento é muito ornamental ao longo de todo o ano, principalmente no verão. Em Belo Horizonte, foram observadas em pequena quantidade durante o mês de janeiro (verão):
Flores da cássia-baiana, observadas durante o verão em BH. 12/01/2025
Cuidados: a planta aprecia umidade, seja natural ou por meio de regas e, sob estresse hídrico, perde suas folhas durante o inverno. As podas devem ser evitadas, uma vez que o destaque da planta, além das flores, é o aspecto pendente de seus ramos;
Uso paisagístico: espécie adequada para o plantio isolado ou em grupos pequenos em áreas abertas, como no meio de gramados, onde todo seu potencial florífero pode ser aproveitado. Tem potencial de formar maciços densos. Em Belo Horizonte, foi observada no paisagismo comercial do Espaço Lisboa, na avenida Heráclito Mourão de Miranda:
Ramos longos e pendentes da cássia-baiana. 12/01/2025
Arbusto ou árvore de cássia-baiana presente no paisagismo comercial do Espaço Lisboa, na avenida Heráclito Mourão de Miranda, em BH. 12/01/2025

