Origem: Brasil, entre o ES, a parte leste do Nordeste, o Ceará e o Amazonas;
Família: Bromeliaceae;
Ecologia: espécie tropical, terrícola, arenícola, rupícola ou epífita, heliófita, endêmica do Brasil, em formações savânicas a florestais de diversas densidades dentro dos domínios da Amazônia, da Caatinga, do Cerrado e da Mata Atlântica, inclusive junto a afloramentos rochosos e em restingas, como na Reserva Biológica de Santa Isabel – Pirambu (Sergipe);
Porte: espécie herbácea de porte baixo (até 50 cm de altura);
Folhagem: folhas verde-claras com ápices avermelhados ou mais escuros, estreito-lanceoladas, coriáceas, de margens serreadas e ápice acuminado, dispostas em formato de funil e dotadas de bainhas castanho-avermelhada;
Floração: inflorescências em panículas piramidais a subcilíndricas, sustentadas, acima da folhagem, por escapos brancos a avermelhados à medida que se caminha para o ápice, dotados de brácteas vermelhas a róseas. São formadas por muitas flores agrupadas em fascículos, cujo maior destaque são as sépalas e pétalas amareladas, sendo estas últimas nigrescentes após maturidade;
Uso paisagístico: bromélia ideal para o plantio isolado ou, principalmente, agrupado, na formação de maciços em áreas abertas, além de renques ou bordaduras. É ótima opção para formar contrastes de cores com outras plantas rasteiras e contrastes de volumetria com plantas de formatos diferentes:
Inflorescência amarela e bastante ornamental da Aechmea aquilega.
Aechmea aquilega florida observada em jardim do Museu Casa Kubitschek - orla da Lagoa da Pampulha - BH.