Origem: Brasil, em todos os estados;
Família: Phyllanthaceae;
Ecologia: espécie terrícola, subtropical a tropical, nativa de formações campestres, savânicas e florestais dentro de todos os domínios de vegetação do Brasil, exceto o Pantanal (Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica e Pampa), inclusive em áreas antrópicas - onde comporta-se como ruderal e daninha - e restingas. Foi encontrada de forma espontânea junto ao viveiro do Parque estadual Serra Verde, em BH. É a espécie mais conhecida e estudada do gênero, devido às suas propriedades medicinais:
Quebra-pedras espontâneo em viveiro de mudas. 10/07/2025
Porte: erva ereta a ligeiramente decumbente, delgada, pouco ramificada, de cerca de 50 cm de altura;
Folhagem: folhas simples, alternas, numerosas, verdes e frequentemente manchadas de branco, de formato oval a elíptico, praticamente sésseis. O contraste da cor verde com as manchas brancas na folhagem pode resultar em potencial ornamental;
Floração: inflorescências em címulas axilares amarelas e branco-esverdeadas, diminutas, graciosas quando vistas de perto, observadas durante o inverno em Belo Horizonte (MG). As masculinas apresentam 2 a 4 flores e as femininas costumam apresentar-se solitárias, ambas pentâmeras e sustentadas por pedicelos longos para o tamanho da flor:
Folhagem verde com grandes manchas brancas do quebra-pedras. 10/07/2025
Flores amarelas e diminutas do quebra-pedras, formadas durante o inverno em BH. 10/07/2025
Frutificação: cápsulas globosas.