Outros nomes populares: Angico-do campo, pau-de-boaz;
Origem: Brasil, entre o Sudeste (exceto litoral e adjacências) e o centro-oeste (Goiás e Mato Grosso do Sul);
Família: Fabaceae;
Ecologia: espécie tropical, decídua, pioneira, rústica, de rápido crescimento, típica de formações savânicas a florestais dentro do domínio do Cerrado, onde é muito comum e bem dispersa, especialmente em terrenos elevados;
Porte: árvore de até 16 m de altura e até 50 cm de diâmetro de tronco, sustentada por ramos retorcidos, que apresentam casca grossa cinza-escura, suberosa e marcada por cristas agudas:
Árvores de angicos presentes na mata da UFMG, em Belo Horizonte (MG), na altura do Mineirão. 04/09/2025
Outras árvores de angicos presentes no mesmo local. 04/09/2025
Folhagem: folhas verdes, grandes, compostas bipinadas, cujas pinas apresentam até 18 jugas cada, que por sua vez têm muito numerosos e diminutos foliólulos lineares;
Floração: inflorescências brancas, dispostas em umbelas globosas axilares durante a primavera, com a copa despida das folhas;
Frutificação: folículos achatados, ásperos, marrom-claros, que encerram muitas sementes discoides mais escuras. Foram vistos em grande quantidade na copa da planta durante o mês de setembro em Belo Horizonte, inclusive de forma a chamar a atenção;
Folhagem verde-amarelada do angico durante o começo da primavera. 04/09/2025
Copa do angico cheio de frutos durante o começo da primavera. 04/09/2025
Uso paisagístico: árvore adequada para a arborização em geral, exceto sob fiação elétrica e em espaços pequenos. É especialmente interessante para a recomposição de vegetação em áreas degradadas. Em Belo Horizonte, foram encontradas na borda floresta da UFMG, junto da av. Abraão Caran.