Origem: Brasil, em todas as regiões. Só não está presente na porção subtropical do país (RS, SC) e em alguns pontos da região norte;
Família: Verbenaceae;
Ecologia: espécie tropical, terrícola, aromática, típica de formações campestres, savânicas e florestais dentro de todos os domínios de vegetação do Brasil, exceto o Pampas (Floresta Amazônica, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica, e Pantanal), inclusive em matas ciliares, restingas, campos rupestres e áreas antrópicas. Na RPPN Colina dos Tucanos (Sabará - MG), foi encontrada em área de cerrado a 1040 m de altitude;
Arbusto pendente de alecrim-branco-do-cerrado localizado em área de cerrado a cerca de 1040 m de altitude na RPPN Colina dos Tucanos (Sabará - MG). 08/12/2024
Ramo florido do alecrim-branco-do-cerrado. 08/12/2024
Porte: arbusto muito ramificado, de 0,4 a 2m de altura, formado por ramos longos e pendentes;
Folhagem: folhas verdes, simples, opostas, pequenas, bastante pilosas, arredondadas a cordiformes, marcadas pelas nervuras impressas em sua face adaxial e margens crenadas. Estão dispostas preferencialmente na ponta dos ramos, que são pendentes;
Floração: inflorescências axilares, em grupos de 2 a 5 concentrados na ponta dos ramos, formadas por muitas flores tubulosas brancas com centro amarelo. Foram observadas durante o verão na RPPN Colina dos Tucanos (Sabará - MG);
Flores brancas e folhas pilosas do alecrim-branco-do-cerrado, observados durante o verão na RPPN Colina dos Tucanos (Sabará - MG). 08/12/202408/12/2024
Detalhe das flores brancas e folhas pilosas do alecrim-branco-do-cerrado. 08/12/2024
Frutificação: esquizocarpo;
Uso paisagístico: planta adequada para o plantio em patamares ou elevações localizados em áreas abertas, de forma a valorizar seu aspecto florido pendente.