Sinonímia: Senecio jacobsenii; Senecio petraeus;
Origem: Quênia e Tanzânia;
Família: asteraceae, a mesma das margaridas, dos picões, das vassouras, das candeias, etc;
Ecologia: espécie terrícola, suculenta, nativa de formações savânicas de regiões tropicais, semi-áridas ou mesmo áridas, onde formações desérticas podem aparecer. A planta convive, portanto, com regime de chuvas sazonal ou com grande escassez de água, a depender da região. Se parece muito com as espécies do gênero Senecio sp., não por acaso já pertenceu a este gênero;
Porte: erva ou subarbusto de baixo porte quanto à altura que atinge, porém pode chegar a alguns metros de comprimento horizontalmente. Nesta perspectiva, comporta-se como uma liana, embora não tenha nenhum potencial de agarrar-se ou subir em alguma estrutura;
Folhagem: folhas verde-claras a ligeiramente róseas se expostas ao sol, suculentas, glabras, brilhantes, de formato semelhante a uma gota, abundantes e sustentadas por pecíolos curtos. Constituem a parte mais ornamental da espécie;
Folhas do cabelo-de-rapunzel em vaso. 15/08/2025
Floração: inflorescências pouco comuns em Belo Horizonte (até o momento não observada pelo autor deste artigo), em capítulos elevados por longos escapos e formados por flores alaranjadas. São parecidas com um pincel, o que a aproxima do famoso pincel-de-estudante (Emilia fosbergii);
Frutificação: os frutos são como cipselas, brancos, leves e facilmente levados pelo vento;
Uso paisagístico: espécie ideal para plantio em vasos e jardineiras, especialmente como planta pendente, uma vez que seus ramos ficam longos com o passar do tempo. Também podem ser plantadas em canteiros, de forma a espalhar-se horizontalmente.