Origem: Brasil, em todos os estados. Trata-se de uma espécie de muito ampla distribuição;
Família: Lamiaceae;
Ecologia: espécie subtropical a tropical, terrícola, nativa de formações campestres, savânicas e florestais de diferentes densidades dentro de todos os domínios de vegetação do Brasil (Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica, Pampa e Pantanal), inclusive em áreas antrópicas, campos rupestres, restingas e matas ciliares. Foi observada em área de cerrado denso na RPPN Colina dos Tucanos – Sabará (MG), a cerca de 1050 m de altitude;
É semelhante a A. bracteolosa, que apresenta inflorescências terminais, e a A. novofriburgensis, que tem margem foliar serreada na metade distal e pecíolos mais longos;
Frutos do tamanqueiro observados durante o outono na RPPN Colina dos Tucanos (Sabará - MG). 17/05/2025
Porte: arbusto, arvoreta ou árvore de porte baixo, sustentada por caules eretos e pouco ramificados, que trazem copa pouco robusta. O indivíduo encontrado para este artigo apresentava cerca de 3 m de altura e baixa densidade/biomassa horizontal;
Folhagem: folhas verdes, opostas, mais ou menos ovais, com pubescência variável, de margens inteiras a serreadas, sustentadas por pecíolos curtos. Destacam-se pelas nervuras impressas na face adaxial (que é muito texturizada por esse motivo) e salientes na face abaxial, que é um pouco discolor;
Floração: inflorescências em cimeiras axilares dotadas de quantidade variável de flores tetrâmeras nas cores branco, amarelo, ou branco-esverdeado, com 4 estames cada;
Frutificação: frutos secos, verdes a marrom-pálidos após a maturação, observados durante o outono na RPPN Colina dos Tucanos – Sabará (MG):
Frutos do tamanqueiro observados durante o outono na RPPN Colina dos Tucanos (Sabará - MG). 17/05/2025


