Origem: África do Sul;
Família: Crassulaceae;
Ecologia: espécie perene, subtropical, de crescimento moderado (ou rápido, se houver muita disponibilidade de nitrogênio) típica de áreas ensolaradas de regões secas, como é o caso da África do Sul, que apresenta desertos em seu território. Esta variedade é mais compacta que a espécie típica;
Porte: subarbusto ereto a decumbente, lenhoso na base, um pouco ramificado, entre 35 e 1 m de altura – embora frequentemente seja visto menor, em vasos e jardineiras – sustentado por caules eretos e carnosos de até 5 cm de diâmetro;
Folhagem: folhas lineares a ligeiramente elípticas, verdes a amarelas, apontadas para o alto, rígidas, diminutas porém numerosas ao longo de toda a extensão do caule - exceto a base lenhosa que vai perdendo as folhas aos poucos e costumam apresentar apenas os vestígios delas secas;
Floração: inflorescências em tirsos eretos de topo arredondado, com flores brancas, não vistas até o momento da escrita deste artigo em Belo Horizonte (MG);
Cuidados: o mini-pinheiro apresenta fácil cultivo e aprecia a combinação de sol, água abundante e substrato de boa drenagem. Deve ser renovado periodicamente;
Uso paisagístico: espécie adequada para o plantio em vasos e jardineiras, de forma isolada ou em pequenos grupos, neste caso tende a formar pequenas moitas que preenchem bastante o recipiente. Como pode atingir porte considerável, é interessante para canteiros diretamente no chão, com o mesmo propósito descrito acima. É importante atentar para a luminosidade, que deve ser alta.
Mini-pinheiro ramificado e lenhosos na base em pequeno vaso cultivado em Belo Horizonte, a pleno sol. 15/06/2025