Origem: Brasil, em vários estados de todas as regiões, exceto a região Sul;
Família: Cucurbitaceae;
Ecologia: trepadeira terrícola, volúvel, tropical, nativa de formações florestais densas dos domínios da Mata Atlântica e Amazônia. No Cerrado, pode ocorrer de forma mais isolada. Apresenta potencial econômico, embora pouco explorado;
Porte: liana de crescimento modesto, pouco vigoroso;
Folhagem: folhas verdes, profundamente lobadas, com 5 lobos de margens um tanto irregulares, sustentadas por pecíolos grossos e pilosos. As nervuras principais são bastante pilosas e evidentes na face superior do limbo;
Floração: flores amarelas, solitárias, esporádicas ao longo do comprimento da planta, formadas durante o inverno na RPPN Colina dos Tucanos (município de sabará - RMBH);
Frutificação: frutos verdes, comestíveis, semelhantes ao pepino, elípticos, de até 6 cm de comprimento, marcados por diversas elevações da epiderme, semelhantes a espinhos, e sustentados por pedúnculos longos e espessos. Formaram-se, também, durante o inverno na mesma região;
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Detalhe das folhas muito lobadas do maxixe.
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Folhas e frutos (formados no inverno) do maxixe.
Cuidados: esta espécie deve ser plantada sob o sol pleno, em terra bem drenada e adubada e tutorada por estrutura onde pode enrolar seus ramos. Nessas condições, as regas podem ser generosas. Na imagem ao lado (na RPPN Colina dos Tucanos), está sobre suportes de madeira;
Uso paisagístico: espécie ideal para plantio em hortas urbanas ou rurais, para fins alimentares. Pode ser plantada em vasos grandes, uma alternativa para quem mora em apartamentos.