Origem: África do Sul;
Família: Asteraceae, a mesma das margaridas, candeias, camabrás, vassourões, entre outras;
Ecologia: espécie perene, muito ramificada, de crescimento rápido, adaptada a condições de luminosidade parcial (ambiente de luz filtrada) e temperaturas mínimas em torno de 15ºC, muito comuns em Belo Horizonte entre os meses de abril e setembro, onde são muito saudáveis. Acredita-se que seja um híbrido natural de 2 outras espécies do gênero;
Porte: herbácea de até 15cm de altura, formada por hastes finas, prostradas ou pendentes, totalmente glabras, de até 30cm de comprimento;
Folhagem: folhas dispersas ao longo dos ramos, totalmente glabras, verdes com leve tendência ao azul, brilhantes, em forma de pequenos golfinhos (o que justifica seu principal nome popular);
Floração: capítulos brancos, formados eventualmente;
Uso paisagístico: planta ideal para vasos e arranjos decorativos, especialmente de forma pendente, mas também com o potencial de cobrir áreas limitadas como uma forração.
Colar-de-golfinhos em vaso. 08/08/2025