Origem: Japão;
Família: Poaceae, a família das gramíneas;
Ecologia: espécie rizomatosa, reptante, perene, relativamente rústica, típica de regiões subtropicais ou temperadas, marcadas por amplas variações de temperaturas ao longo do ano – muito calor no verão e frio com geadas no inverno. Forma os mais belos relvados em áreas abertas e ensolaradas - não se desenvolve sob sombra – e pode ser plantada em todo o Brasil;
Folhagem: folhas verde-claras, delicadas, lineares, estreitas, muito abundantes e sempre verdes na presença de chuva ou irrigação;
Floração: inflorescências ocasionais, que surgem somente na ausência de corte, em espigas curtas, sem nenhuma relevância ornamental;
Cuidados: a grama-esmeralda deve ser podada (ou cortada) periodicamente, de forma a formar verdadeiros tapetes verdes em amplos espaços. Pode receber pisoteio moderado a intenso, porém não constante, sob pena de morrer nos locais mais afetados e dar espaço para terra batida. Ou seja, pode ser até utilizada para a prática de esportes, porém com intervalos entre os usos.
Fica sempre bonita e verde em caso de chuvas ou irrigação periódicas e exige menos podas que outras gramas, como a batatais e a grama-inglesa. Em regiões marcadas por chuvas estacionais, como é o caso de Belo Horizonte e boa parte do Brasil, em que passa-se meses sob estiagem durante o inverno, pode morrer completamente (na ausência de irrigação), porém recupera rapidamente após as primeiras chuvas;
Uso paisagístico: gramínea ideal para formação de grandes maciços, gramados domésticos ou esportivo.
Uso paisagístico: gramínea ideal para formação de grandes maciços, gramados domésticos ou esportivos.
Na foto ao lado, do Parque Ecológico da Pampulha durante o verão, o gramado está bem verde, devido às chuvas da estação, mesmo sob pisoteio moderado do público. A área é utilizada pela população para diversos fins de recreação.