Origem: Brasil e Américas;
Ecologia: planta típica de canteiros úmidos e sombreados de qualquer região tropical, onde adquire tonalidade verde-escura e porte maior. Também sobrevive sob sol parcial, neste caso com porte mais compacto, baixo e de folhas menores e mais claras. Cresce facilmente de forma subespontânea nas cidades brasileiras, sendo muito facilmente encontrada em beiras de muro e frestas no cimento;
Porte: herbácea de porte bem baixo, de 5 a 20cm de altura e estrutura bastante ramificada e ereta;
Folhagem: folhas verde-claras, pequenas, suculentas e muito brilhantes, cujo tamanho varia conforme a quantidade de sol que tomam: quanto menor a incidência de sol, maiores e mais escuras suas folhas. Correspondem à parte mais ornamental da espécie;
Floração: flores bem pequenas e discretas, de pouca importância ornamental;
Cuidados: planta bastante exigente em matéria orgânica e irrigação, não raro impõe dificuldades no seu cultivo intencional. Não é tolerante às geadas.
Uso paisagístico: devido ao baixo porte, é ideal para vasos e jardineiras ou maciços e bordaduras em pequenos espaços, como canteiros bem adubados e úmidos. Pode formar forrações em áreas maiores, também, como se observa no Parque Municipal Américo Renné Gianetti, no centro de Belo Horizonte (MG). Excelente em composições com flores diversas.

Brilhantina cultivada em canteiro bem iluminado na cidade de Cordisburgo, em MG. 24/07/2021

Incrível forração formada por brilhantinas presente em sub-bosque florestal no Parque Municipal Américo Renné Gianetti, no centro de BH. 13/03/2025