Outros nomes populares : pinheiro de natal, araucária australiana;
Origem: Nova Caledônia e Queensland / Austrália (Oceania);
Família: Araucariaceae;
Ecologia: árvore perenifólia, dioica, de raizes pivotantes, típica de locais ensolarados de regiões tropicais amenas;
Porte: robusto, pode passar de 30m de altura e 1m de diâmetro de tronco. Normalmente, tem copa bem piramidal quando jovem e se inclina com a idade. Pode apresentar uma ou outra ramificação (bifurcação);
Folhagem: folhas (acículas) verde-escuras, lanceoladas, agudas, permanentes, pequenas - porém de tamanhos diferentes - alternas e sobrepostas, que formam copa piramidal extremamente ornamental;
Floração: flores muito diferentes das observadas nas angiospermas. Os estróbilos masculinos são verdes a alaranjados, cilíndricos, de até 15cm de comprimento, porém muito finos, e os femininos são globosos, de cerca de 20cm de diâmetro, ambos formados na primavera em árvores separadas (árvore dioica). Nos estróbilos femininos, durante o outono, formam-se dezenas de pinhões (sementes comestíveis) após a polinização pelo vento;
Uso paisagístico: é uma das coníferas mais usadas para arborização de grandes áreas, como praças, parques e jardins. Muito usada, inclusive comercialmente, como árvore de natal, em vasos, na idade juvenil. Apesar de exótica, é bastante comum em Belo Horizonte, devido à compatibilidade climática. De forma geral, influencia bastante o paisagismo da cidade.